Passado Presente

O atualmente fechado “Eu, por mim mesmo” ainda rende bons textos... Achei que esse serve como um bom final pra uma história que não vou querer repetir...

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"Dizem que lembra o passado é sofrer duas vezes,

Mas o meu foi muito bem vivido."

(Neto Inácio)

Pois é, aqueles que me conhecem bem sabem o quanto eu gosto de ficar lembrando o meu passado.

Alguns dizem que esse é um dos meus problemas, mas eu acho que não!

Não ha mau nenhum em lembrar das boas experiências que se viveu:

- nada é melhor do que boas lembranças para aquecer um coração.

Até das experiências ruins vale à pena lembrar, pois é com elas que aprendemos a não cometer mais certos erros.

Tudo vale como aprendizado.

"É preciso força pra sonhar e perceber que a estrada está

Além do que se vê..."

(Los hermanos)

Stand Up Comedy

O que é "Stand Up Comedy"?

Também conhecida como humor de cara limpa, a comédia stand-up privilegia o artista munido apenas do microfone, sem personagem, fantasia ou acessórios. O humorista stand up não conta piadas conhecidas do público (anedotas). É normal que se prepare números com texto original, construído a partir de observações do dia-a-dia e do cotidiano.

Aqui temos um dos melhores humoristas nacionais do ramo: Rafinha Bastos!

Aproveitem!

"São sem sentido..."

1° - O que era o "Histórias Repetidas.Blogspot"?

Pra quem acompanhou as primeiras postagens desse blog, sabe que ele surgiu como uma releitura do blog "Eu, por mim mesmo" na tentativa de sufocar algumas críticas. tentativa que foi muito bem sucedida.

2° - Porque "Dias quentes, palavras de atenção"?

Eu já queria mudar o nome do blog há algum tempo, mas nunca tomei a iniciativa.. e eu também não tinha um nome bom pra colocar no lugar.
Eis que surge, numa tarde de domingo a expressão "Dias quentes, com palavras de atenção" seguida por "Em dias assim resolveremos nossas vidas".

Perfeito!

3° - E de onde isso veio?

Simplesmente brotou! (brincadeira)
Estava tentando escrever alguma coisa sobre o meu estado de espírito naquele dia... não estava muito "contente" por assim dizer.
Passei a tarde tentando encontrar motivos pra algumas coisas (besteiras) que aconteceram, mas não obtive sucesso.
Após algum tempo, sentei na frente do PC, me dei conta de que não valeria a pena pensar naquilo e escrevi...

4° - "São sem sentido"... O que?

Coisas repetidas! Ao menos foi o que eu vi escrito em um "blog" pela net...
Então, se coisas repetidas são sem sentido, o "Histórias Repetidas" era (é) sem sentido? E a música "Histórias Repetidas"?
... seguindo a raciocínio "daquele blog"... são sim: "Coisas terminantemente sem sentido"!

5° - Entendeu?

Vamos lá... pensem comigo:

Situação 1 - Você visitou um lugar maravilhoso nas férias e esta com uma "puta" vontade de voltar, mas não, você não pode voltar lá, porque se você voltar aquele lugar se tornará "sem sentido", a viagem se tornará "sem sentido"... e claro: Você não é uma "pessoa sem sentido"!

Situação 2 - Você conhece uma pessoa super legal e fica com ela, acha aquilo tudo muito bom, aproveita ao máximo, e então se despede e vai pra casa. No dia seguinte a pessoa te liga, quer te encontrar, mas não! Você não vai sair com ela de novo, porque vai ser "sem sentido", e mais uma vez você não vai querer se tornar uma "pessoa sem sentido"!

6° - E agora?

Se for pra viver assim, eu prefiro continuar com minhas "Histórias Repetidas" e ser "sem sentido".
Claro que novidade (Coisa terminantemente com sentido) sempre é bom.. conhecer novos lugares, novas pessoas, ver novos filmes, ter novos amores... mas o que acontece com as coisas, lugares, pessoas e amores que a gente já conhece / já tem? Tornam-se sem sentido, assim banalmente???

...

"Sem sentido é quem acha que o velho é sem sentido"

...

PS: Pode parecer que eu cedi ao "São sem sentido" mudando o nome do blog, mas não!!! Como eu escrevi lá em cima: "Eu já queria mudar o nome do blog há algum tempo, mas nunca tomei a iniciativa".

Você odia ou odeia?

Enquanto espera na fila, é abordado por uma jovem cujo rosto, apesar de bem-cuidado, denota preocupação.

- Eu odio esperar. E o senhor?

- Eu odeio. Odeio esperar, odeio ficar em filas…

A moça fita-o de alto a baixo (não confundir com abaixo) e endireita-se na fila. Instantes depois, volta-se e questiona:

- O senhor odeia ou odia?

- Fila e espera, eu as odeio.

- E outras coisas? O senhor odia?

- Há coisas na vida que eu amo, outras que eu suporto…

- E gente que fala errado? O senhor odeia, ama ou suporta?

- Assim com olhos grandes e claros, e dentes perfeitos, como os seus, tenho tendência a adorar.

- Os olhos são naturais. Nasci com eles. Os dentes são postiços.

- Dentes postiços?! Na sua idade? Custa-me crer…

- Pois creia. Coisas do interior.

Endireita-se novamente na fila. Três ou quatro passos à frente, ele a faz voltar-se.

- A partir de hoje, passo a odiar dentistas do interior. Eles tiram dentes como quem tira…

- Não tiram só dentes não. Tiram cabaço também.

Ele se assusta diante da declaração inesperada. Olha ao redor. Ainda bem que ninguém está acompanhando a conversa. São os últimos da fila.

- Se servir de consolo, aqui, na cidade, a senhorita vai precisar mais dos dentes…

- Isso significa que o senhor não valoriza a outra parte?

- Valorizo. Claro que valorizo. Mas não exageradamente. Se você não tem…

A fila anda mais depressa. O guichê está próximo. Ela confere os papéis. Antes de ser atendida, volta-se e pergunta:

- O senhor se envolveria com uma mulher que fala errado, que tem dentes postiços e que não tem cabaço?

Quando ia responder, o funcionário grita:

- Próximo!

Ela apresenta os papéis, estende o dinheiro, confere o troco. Antes de partir, questiona:

- O senhor não deu resposta à minha pergunta.

- Próximo!

Ele não sabe se dá atenção à moça ou ao funcionário. Ela anda em direção à porta de saída.

- Próximo!

Despertado por algum instinto anti-rotina (atente no hífen), ele abandona a fila e sai à procura da jovem. Na rua, sem o menor constrangimento, grita:

- Moça sem cabaço!

Muitas mulheres se voltam por causa do chamamento, mas ele só tem olhos para a jovem que o desafiou (atente no uso do pronome átono).

- Quero dar resposta à sua pergunta…

- ?

- Tenho coragem, sim. Não importam os erros gramaticais, os dentes, o cabaço…

- Pois tenho uma surpresa para você…

- ?

- Eu disse tudo aquilo brincando.

- Brincando?! Tudo brincadeira?

- Nem tudo. Os erros de português são verdadeiros. Mas os dentes não são postiços: são naturais.

- E a outra parte?

- Acredite: ainda está no lugar.

- Mas não por muito tempo.

O HUMOR DO PORTUGUÊS

(amostra do livro)

João Batista Gomes

Afinal, o que diabus é um contrabaixo?

Eu, sendo um contrabaixista a quase 8 anos, ao falar que toco "contrabaixo", geralmente sou surpreendido com a seguinte pergunta: o que é um contrabaixo? E sempre é o mesmo "bal-bla-bla" pra explicar... "-É um instrumento que parece uma guitarra, só que é maior...".
As pessoas fingem entender.

Acho que boa parte dos baixistas já passou por isso.

Hoje quero elucidar alguns fatos sobre este instrumento que tanto me fascina, tudo na tentativa de evitar futuras perguntas desse tipo.

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O contrabaixo elétrico, chamado também de baixo elétrico ou simplesmente baixo, é um instrumento de cordas semelhante a uma guitarra elétrica, maior em tamanho e com um som mais grave. Evolução do contrabaixo acústico, é utilizado por diversos estilos musicais modernos.

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O grande nome que inventou o contrabaixo elétrico (esse contrabaixo que conhecemos hoje) foi um já conhecido da comunidade musical, Leo Fender, o mesmo das guitarras. A idéia era diminuir o problema que os contrabaixistas dos anos 50 tinham na hora de transportar seus instrumentos, que eram muito delicados e extremamente pesados.

Fender, que era técnico em eletrônica, conseguiu resolver tudo isso em 1951,criando o primeiro baixo elétrico, na época batizado de Precision, e posteriormente conhecido como Fender Bass.

Com um modelo bem mais dinâmico e prático do que os modelos dos contrabaixos clássicos, o Fender Bass logo se popularizou, e teve como seu primeiro usuário e divulgador William "Monk" Montgomery (irmão do guitarrista virtuose Wes Montgomery).

Com o funcionamento semelhante ao de uma guitarra elétrica, o baixo elétrico também tem o seu som produzido a partir de um sinal elétrico criado nos captadores após a vibração das cordas, sinal esse que é amplificado e reproduzido por meio de "amplificadores".

Hoje em dia, vários componentes elétricos podem ser usados para alterar o timbre do instrumento, tornando-o cada vez mais versátil.

Sobre proprietários e "pets" - 1


Difícil é acreditar que pessoas queiram animais apenas pra dizer “ah, eu tenho um gatinho...” ou “eu cuido de um cachorro lá em casa sabe...” (Henrique Nogueira)

Cuidar de um animal dá trabalho e não é barato, mas quem se importa? Afinal de contas são só bichos...

...

Quarta, 16 de abril de 2008. Esse foi o meu primeiro dia na clínica de pequenos animais do Hospital Veterinário da UENF, dia em que finalmente abri meus olhos pra verdadeira imagem dos que possuem animais de estimação. Coisas que eu já sabia, mas não queria acreditar...

Durante os atendimentos era visível o nervosismo, não dos animais, mas de seus donos, isso tudo na tentativa de omitir algum descuido ou maltrato, mas tumores não aparecem de um dia para o outro, e animais que tomam banho uma vez por semana com produtos que evitam carrapatos não ficam fedidos e cheios de carrapatos. Nesses momentos temos que saber quais perguntas fazer, e enrolar os proprietários até que eles revelem a verdade, não pra passarmos na cara dele que ELE não cuida do seu animal como deveria, e sim para podermos descobrir e cuidar do verdadeiro problema daquele bicho...

Entre cães e gatos, problemas de pele e simples “gordurinhas localizadas” (acreditem, teve um caso de “gordurinha localizada”), um caso me chamou a atenção.
Após atender a um labrador que estava com dermatite úmida, fui procurar um caso mais interessante, e então me deparei com uma gaiola de transporte parada na porta da recepção, me agachei e vi uma gata. Comecei então a conversar com o dono.

A gata se apresentava muito quieta, e segundo o proprietário ela havia fugido e voltado assim, ficava parada o dia inteiro e não queria comer, a barriga estava muito inchada, podendo indicar gestação, havia também um corrimento marrom que sujava toda a calda da gata e o jornal que forrava à gaiola, perguntei sobre isso. O proprietário falou que havia aplicado um anticoncepcional, mas que pelo visto não havia tido efeito, e que a mancha no jornal poderia ser da chuva que ocorreu no dia anterior. Fiquei desesperado.
1 – Ele aplicou o anticoncepcional no período errado e comprometeu a gestação da gata;
2 – Como assim “poderia ser da chuva”? Ele deixou a gata presa numa gaiola e na chuva? Puts!!!

No ambulatório as coisas só pioraram. O corrimento era muito escuro, saia da vagina da gata, e o pior, fedia muito. O abdômen estava rígido e ela estava hipotérmica. (Anticoncepcionais aplicados no período errado podem causar a não contração uterina, resultando na não expulsão dos filhotes, causando a morte dos mesmos, e possível posterior morte da mãe) Concluiu-se que os filhotes estavam mortos e o corrimento provinha de uma infecção secundária no trato reprodutivo da gata. Ela teria que entrar logo em cirurgia para ter chances de continuar viva. Aqui entra a parte burocrática da coisa...

Quanto vale um gato? Geralmente ganhamos gatos, então: quanto gastar para salvar um? Na maioria dos casos a resposta é “nada”. Para um proprietário não é “interessante” gastar pagando uma cirurgia de um animal, é mais cômodo deixar acontecer, e se tiver que morrer, que morra, ele arruma outro.

Em momentos assim eu me pergunto: Vale à pena ter um animal de estimação para nos acompanhar se nos momentos em que eles precisam de nós para resolver problemas que nós mesmos causamos simplesmente deixamos o animal morrer?

Até quando vamos abandonar animais depois que esses deixam de ser filhotes e não podemos mais comprar ração, ou passam a ocupar espaço demais?

Milhares de tartarugas são jogadas esgoto abaixo pelo simples fato de terem ficado “sem graça”...

Milhares de gatos são jogados fora todos os dias, e por ai vai...


Não despreze a vida de um animal, ela vale tanto quanto a sua!


...Acho que me empolguei um pouco.
No final das contas a gata foi operada, não por conta do proprietário, por que se dependesse dele a gata voltaria pra casa do jeito que estava. Os alunos é que bancaram tudo.
Não sei ainda o resultado da cirurgia, mas espero que ela tenha sobrevivido.

...

Escrevi isso pra diminuir um pouco a “perturbação” causada por isso tudo, e acho que vou continuar escrevendo sobre esses casos.

Tenta-se

...Tenta-se viver a vida da melhor maneira possível. Tenta-se seguir um caminho, alcançar metas, superar tudo.

Tenta-se também ter amigos, paixões, amores... e tenta-se manter tudo isso na esperança de ter alguém pra compartilhar as nossas desventuras presentes, e porque não, as futuras.

A cada dia, várias pessoas são inseridas nas nossas vidas.


Seja aquela que passou na nossa frente ou a que nos acompanhou o dia inteiro, todas irão influenciar as nossas escolhas, direta ou indiretamente.

Cabe a nós, e somente a nós, selecionar o que irá valer a pena...

O que é trabalho pra você?

O Mundo se divide entre dois tipos de pessoas: as que gostam do que fazem e aquelas que passam o tempo todo pensando no que poderiam estar fazendo se não tivessem que trabalhar.

Trabalho é apenas o que paga as suas contas, ou é o que faz tudo valer a pena?

O que é trabalho pra você?

Essencial

Eu me tornei um grande fã de comerciais, e ultimamente tenho procurado criar um acervo dos textos e vídeos dos comerciais que mais me chamam a atenção.

Hoje trago o texto e o vídeo de um dos comerciais do Banco Itaú, o "Essencial".




A vida passa e a gente vai acumulando dias, minutos, segundos e papéis, promessas, roupas de frio e resoluções de ano novo... Coisas.

E quanto mais você acumula as coisas que todo mundo tem, mais aprende a dar valor àquilo que só você pode ter, aquilo que faz você ser você.

Suas vontades, suas idéias... Aquilo que é essencial pra você.

Por nosso Futuro

E eu sei, nada é tão simples assim

Mas minha cabeça me deixa prosseguir

Ruas cheias de falsas esperanças

Corrompendo os fracos de coração

E eu vou olhar por nós

Te peço pra olhar

E as crianças não sabem mais brincar

Procurando caminhos onde não há salvação

Serão os mais preparados?

Os mais bem indicados?

São os mais perdidos

São os mais perdidos

E eu vou olhar por nós

Te peço pra olhar por nós

Por nossas crianças

Por nosso futuro

Por você

Por sua vida

Pela nossa vida

Henrique Nogueira

As mesmas histórias (nos jornais)

Olha pra mim!

Por favor, me diz que você não teve coragem, me diz...

Levanta!

Antes que o sol alcance os seus pés

Antes que aquela nuvem se vá

Levanta!

Não fica deitado a esperar

Pois a vida não tem piedade

Quantas vezes eu terei que ler as mesmas histórias nos jornais?

Pois você não mudou

E agora, como você vai explicar?

Suas mãos ainda estão sujas

E essa mancha com sabão não sai

Quantas vezes eu vou ter que ler as mesmas histórias nos jornais, as mesmas mentiras?

Pois você não mudou

E eu vou seguir, com ou sem você...



Henrique Nogueira